Ser um cristão morno depende de dois fatos principais: dar oportunidade ao pecado e ter orgulho exagerado de si mesmo. Quando as obras da carne (Gálatas 5.19-21) têm mais espaço que o fruto do Espírito, as coisas estão mais do que complicadas.

Precisamos nos policiar mais para que o pecado não tenha combustível para destruir o relacionamento que temos com Deus. É sempre bom deixar claro que tentados todos seremos, enquanto estivermos nesta natureza pecaminosa. O problema está em transformar a tentação no pecado consumado. Assim, tudo que dê brecha para que pequemos deve ser evitado (1 Coríntios 5.6).

Note também que não podemos nos vangloriar (Obadias 1.4). Tem gente que acha que tempo de conversão é sinônimo de intimidade com Deus. Já outros pensam que o ativismo religioso é sinal de um cristianismo saudável, independente dos pecados que a pessoa guarde na gaveta.

O fato é que quanto mais conhecemos o Senhor, maior é a necessidade de buscá-Lo (Provérbios 1.7). Os limites que colocamos para não nos dedicarmos totalmente a Deus são meros caprichos humanos.

Disciplina não pode faltar para quem deseja estar próximo de Deus. Fazendo uma comparação grosseira, é como você ir à academia. Os resultados que obteve no decorrer do tempo que frequenta provavelmente serão perdidos se você relaxar. A fé deve ser trabalhada a todo instante para que produza seus frutos.

Fique ligado na sua saúde espiritual. Não despreze pequenos sintomas que sua fé tem demonstrado. Cuidar deles significa muita coisa para quem quer continuar firme na presença do Senhor.

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