Oi oi!

Espero que estejam todos bem.

Hoje eu queria abordar um assunto que sempre esteve em meu coração e que espero um dia poder me envolver mais, tanto na conscientização sobre o tema, quanto na formação da minha família. Vamos falar sobre adoção!

Para começar, gostaria que vocês assistissem o relato da minha amiga, Lorena:

Eu já ouvi muitas opiniões sobre esse assunto e não quero aqui parecer romantizar o negócio ou falar de uma realidade paralela. A verdade é que essas crianças e adolescentes que estão à espera de um lar também fazem parte da multidão que aguarda conhecer o amor de Jesus. E eles não precisam de discursos. Eles precisam de vida de Cristo em nós para impactá-los.

Participei de um evento no início do ano em que a ministra Damares falou algo interessante. Ela disse que nós crentes nos empenhamos em ofertar para manter essas instituições funcionando, mas não nos preocupamos em dar famílias, destino, identidade para essas crianças. Elas precisavam de abrigo, comida, etc? Sim! Mas precisam antes de tudo de famílias saudáveis que possam dar nova identidade a elas e apresentar-lhes o amor de Cristo.

Se não nós, quem?

Quem mais entende de ser amado e adotado para uma nova família quando não tínhamos nada a oferecer?

Já ouvi discursos como: mas pense a criança tem toda uma história antes e é complicado adaptá-la a nova realidade.

Sem dúvida! Não será uma tarefa fácil. Principalmente se falarmos de adoção de crianças mais velhas ou adolescentes. Mas diante disso então vamos esperar que fiquem pra sempre nestas instituições e nunca experimentem o que uma família até que possam constituir a sua?

O mesmo Deus que transforma as nossas vidas de dia em dia e o fará até a Sua volta não tem poder para transformá-los?

Eu sei que o processo para adoção no Brasil é bastante demorado e conheço histórias reais de pessoas que desistiram da adoção pela demora. Mas nós também podemos ser agentes de transformação destes procedimentos. Se existe um procedimento é porque alguém (ou vários alguéns rsrs) se levantou para traçar um padrão. Se não funciona, precisa que outros se levantem para propor novas formas. A igreja pode ajudar a resolver a questão da orfandade no país bem antes do que imagina, mas precisa querer e amar essas crianças com o mesmo amor que recebeu para se posicionar a respeito.

Podemos ajudar:

  • Orando
  • Ofertando
  • Sendo voluntários nesses abrigos/orfanatos
  • Adotando
  • Apadrinhando uma criança
  • Nos envolvendo administrativa, jurídica ou até politicamente para que tais procedimentos sejam alterados.

A Lorena é a prova de que é possível viver uma vida de verdade, aceitação e amor de Deus manifestos mesmo sendo adotado.

Tire um tempo para orar sobre isso e nos ajude na conscientização de outros cristãos para isso.

Muitos ímpios tem adotado e tem sido família pra essas crianças. Tem dado o melhor que conhecem, mas com base em valores distorcidos e diferente daqueles registrados na Bíblia. Essas crianças e adolescentes precisam de nós!

Que sejamos a resposta!

Deus abençoe vocês!
Até terça.

😉

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