E enfim, há esperança no amor

Camilla Vieira 7 de junho de 2017 0




Após três textos, com este último fecho a série sobre defraudação. Diferentemente dos outros textos, hoje vim falar acerca daquilo que nos inspira, da nossa motivação e da alegria que podem existir em um relacionamento.
Se por um lado, com nossa carne, podemos defraudar, por outro, por nosso lado espiritual podemos viver muito mais dignamente e contentes. Acho que a questão principal que norteia nosso modo de viver é o nosso relacionamento com o Senhor. Nossa cosmovisão, nosso jeitinho de enxergar Ele em tudo é o que nos ajuda a estar cada vez mais distantes de tropeço e cada vez mais perto da santidade.
São muitas as pessoas que desejam ter um compromisso, se casar. Obviamente, o primeiro passo em questão de compromisso, de fato, é entender o que é dito através das escrituras. Saber cada rica palavra que o Senhor diz nos ajuda a focar no que é bom e deixar de lado as coisas que antes atrapalhavam.

“Mas no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’. ‘[…] e os dois se tornarão uma só carne’. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne.”
(Marcos 10.6,8)

Não há intimidade maior entre duas pessoas registrada na bíblia. É a oportunidade divina de refletir a unidade Dele mesmo. Que lindo, não? Quer saber o quão significativo é o amor entre um casal para Deus? Bem, é só conferir o livro de Cantares – um livro da bíblia inteirinho dedicado a isso.

“Nem muitas águas conseguem apagar o amor; os rios não conseguem levá-lo na correnteza. Se alguém oferecesse todas as riquezas da sua casa para adquirir o amor, seria totalmente desprezado.”
(Cantares 8.7)

Forte o amor, né? O elo perfeito(Cl. 3.14), criado por Deus, podendo ser usufruído por seus filhos.

“Então, Jacó trabalhou sete anos por Raquel, mas lhe pareceram poucos dias, pelo tanto que a amava.”
(Gênesis 29.20)

Um amor paciente que está presente desde o comecinho da bíblia, no Antigo Testamento e que chega no Novo, cheio de instruções e verdade.

“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus próprios interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
(1 Coríntios 13.4-5,7)

E que, sendo paciente, pode ter o prazer de receber seus benefícios após o altar.

“Seja bendita a tua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude. Que sempre o embriaguem os carinhos dela.”
(Provérbios 5.18-19b)

É quando percebemos a pureza existente num relacionamento a dois, que reflete o casamento entre Cristo e a igreja, quando vemos o propósito maior que o cerca, que começamos a moldar nosso coração pra uma vida de glória ainda maior ao Senhor, numa matemática única onde 1+1=1 como uma só carne, mas ainda maior que isso, 1+1=3, porque onde estiverem os dois, unidos no nome Dele, lá ele estará (Mt.18.20).
[Ef. 5.22-33]




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