Natal Todo Tempo

Leonardo Gleygson 17 de dezembro de 2016 0




Hohoho. Mais um post chegou : ) Tudo certo, pessoal? Brincadeiras a parte. Estamos chegando à época festiva do ano que eu particularmente gosto bastante, o Natal, tempo de refletir sobre o que passou e sobre o sentido dessa data. Diante de tantas distrações, como belos enfeites, luzes ou até mesmo um certo velhinho é muito fácil esquecer o que realmente se celebra. Sendo assim, te convido a relembrar o nascimento daquEle que mudou o mundo e pode salvar a sua vida: JESUS, o verdadeiro natal.

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Ora o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem achou-se grávida do Espirito Santo. Então José seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E projetando ele isto, eis que num sonho lhe apareceu um Anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo; e dará à luz um filho, e chamarás o seu nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” – Mateus 1:18-21

O trecho acima extraído do Novo Testamento fornece informações importantes a respeito da revelação do amor de Deus para com os homens mediante a vinda de Cristo, que a propósito é 100% homem e 100% Deus, a saber, seu nascimento como fruto da ação do Espírito Santo (Mt 1:18). Tal fato é ratificado no verso:

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus” – João 1:1

Nesse cenário, Cristo, O verbo unigênito do pai, se tornou carne, ou seja, homem e veio habitar entre nós. (João 1:14). Além disso, o exemplo de obediência e submissão a Deus de Maria e José, quando em meio às crises (Mateus 1:19) faziam parte do plano perfeito de Deus para salvar o povo do pecado (Mateus 1:21).

É incrível imaginar que o Poderoso Criador de tudo se humilhou a ponto de se sujeitar à condição humana, sendo obediente até a morte de Cruz (Filipenses 2:8), porque assim lhe aprouve resgatar o pecador que se encontrara afastado dEle. O profeta Isaías (cap 9, ver 2-7) relata a situação de um povo de Israel que caminhava em trevas e vivia na sombra da morte, assim como nós estávamos distantes de Deus por conta do pecado (Romanos 3:23). De fato, estávamos mortos nos nossos delitos e pecados, andando segundo o curso do mundo como filhos da desobediência e da ira (Efésios 2:1-3), no entanto Deus manifestou o seu amor para conosco ao enviar seu Filho de forma a nos salvar somente pela graça mediante a fé que é/vem dEle ( Efésios 2 :8)

Talvez o que mais me entristeça seja assistir que para alguns o que importa é ter presentes do amigo secreto, a barriga cheia ou até mesmo faturar uma grana em cima da comercialização. Tudo isso, traduz a inversão de valores e mudança de foco, não apenas durante o natal, mas na realidade de alguns cristãos. Cristo deve ser o foco, não o nosso próprio umbigo.  Devemos agradecer porque Ele nasceu e pode nos salvar. Não somos merecedores, mas a sua graça nos alcançou, logo podemos espalhar essa maravilhosa notícia, pois o natal é e deve ser todos os dias, assim como o Evangelho da salvação, haja vista que Jesus nasceu, morreu (Mateus 27:50), ressuscitou (Mateus 28:6), está vivo (Lucas 24:5) e se fez disponível para se relacionar conosco, conforme afirma:

Eis que, a virgem conceberá e dará a luz a um filho e chamarão o seu nome EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco” Mateus 1:23

Não faz sentido, portanto, tentar lembrar-se de Cristo apenas em um feriado, por exemplo, quando se pode ter um relacionamento diário com Ele, como também ignorar sua onipresença e demais atributos a cada instante, porque a medida que investimos nisso, somos confrontados em relação a nossa natureza e transformados em todo tempo por meio da fé nEle.  Amém?

Que Deus nos conduza a uma vida de transformação constante na sua presença em todo tempo.

Abração,

Leonardo Gleygson 🙂




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