Eram três amigos

Diego Cesar 20 de agosto de 2015 3




3amigosE aí, pessoal. Beleza? O profeta Daniel (aquele cara da cova dos leões) teve amigos que influenciaram mutuamente para que ele fosse um exemplo de fé naquele tempo em que o povo de Israel estava exilado na Babilônia. E é sobre esses rapazes que quero falar.

Hananias, Misael e Azarias foram jovens que decidiram se separar para Deus, apesar das diversas tentativas de sedução do inimigo. Eles tiveram os seus nomes mudados para Sadraque, Mesaque e Abede-Nego (por “coincidência” todos derivados de deuses pagãos) porque o rei Nabucodonosor desejava que eles esquecessem de onde vieram e adotassem de vez os costumes babilônicos. O assédio real não deu certo, uma vez que os três, junto com Daniel, tiveram a coragem de não aceitar aquelas ofertas (Daniel 1.8).

Essa é a primeira lição que devemos tomar do exemplo deles. Quem conhece a Deus não se rende às ofertas do mundo, independente da insistência que elas ocorram. A certeza de que o Senhor cuida de nós e garante provisão para Seus filhos deve vir antes de qualquer outro sentimento no seu coração.

Um versículo que resume bem a consequência da fé em Deus que eles tinham é esse:

Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. Daniel 1.17

Tudo porque souberam dizer não para as tentações!

A parte mais lembrada da vida deles (ou quase morte, dependendo do ponto de vista do leitor) é o episódio da fornalha ardente, que está em Daniel 3. Hananias, Misael e Azarias não se curvaram diante da estátua de Nabucodonosor. Isso já foi suficiente para que os caldeus os acusassem traição. Diante do rei, eles poderiam muito bem ter se retratado e adorar a figura. Não quiseram isso, pois sabiam a quem prestariam contas depois: o Senhor dos Exércitos. Preferiram a sentença de morte, porque a convicção de que Deus os livraria era maior que o medo. E assim o Senhor fez, salvando os três do fogo e abrindo os olhos de Nabucodonosor para Sua onipotência.

Essa é o segundo aprendizado. Aqueles amigos passaram juntos pela dificuldade. Não ficaram se acusando na frente do rei. Sabiam que Deus providenciaria o livramento e confessaram isso. Nas nossas amizades precisamos aplicar o mesmo princípio. Quando alguém próximo enfrentar um problema, você deve ser o primeiro a estender a mão e fortalecer o ânimo dele. No fim da história, perceberá que se ajudou também, já que sua fé também recebeu uma turbinada.

Esteja com seus amigos para crescerem juntos e não caírem nas armadilhas do pecado. A fé em Cristo ajudará a superarem os momentos mais críticos e fará com que suas vidas se tornem exemplo para muitos outros.

Semana de bênçãos a todos. Abração!




3 Comentários »

  1. Fabiana 20 de agosto de 2015 às 8:38 - Reply

    Mesmo rodeados por idiólatras, eles são um exemplo notável de fidelidade, confiança e temor! Deus assim como fez com eles, nunca nos desampara, até mesmo quando nós nos sentimos sozinhos, Ele está ao nosso lado!

  2. Itamar Guimarães 21 de agosto de 2015 às 13:11 - Reply

    precisamos ser fiel, e é até a morte, muito bom o texto. Deus abençoe.

  3. Camila 22 de agosto de 2015 às 19:20 - Reply

    Bencão!
    Deus obrigada pela vida desses missionários o/

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